Em Camacan, professores protestam por reajuste salarial


Professores fizeram protesto em via que dá acesso á cidade de Camacan.
Os professores da rede municipal de Camacan, cidade no sul da Bahia, completam nesta quarta-feira (29) 51 dias de greve, segundo Agnevan Nascimento, presidente da APLB - Sindicato dos Trabalhadores da Educação do município. Eles pedem reajuste salarial de 13,01%, referente ao piso nacional. Ainda de acordo com Nascimento, cerca de seis mil alunos das 29 escolas da cidade só assistiram uma semana de aula em 2015. Ainda nesta quarta-feira, os professores interditaram a BA-270, via que dá acesso à cidade. Depois, eles saíram em caminhada pelas ruas do centro de Camacan. "Queremos o reajuste salarial que é direito nosso de 13,01%. Nós não imaginávamos que a prefeitura não cumpriria uma definição federal. Além disso, a prefeitura entrou na Justiça contra a APLB pedindo ilegalidade da greve. Amanhã queremos fazer uma assembleia, mas ainda não temos dia para voltar [às aulas]", relata Nascimento. Sobre o caso, a prefeitura disse que acionou a Justiça para avaliar se a greve é legal ou não. Informou ainda que só tem condições de dar o reajuste de acordo com a inflação de 6,41%, mas os professores não aceitam. A prefeita ainda não informou se haverá cortes de salários caso a greve continue. *Informações do Giro em ipiau.
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