Arthur Maia: a MP 664 atinge de maneira mortal o direito do aposentado brasileiro

Foto: Divulgação
O líder do Solidariedade, deputado Arthur Maia (BA), criticou, na noite desta quarta-feira (13), a Medida Provisória 664/14 do Executivo que altera regras da pensão por morte e auxílio-doença. Para ele, a medida atinge de maneira mortal o direito do aposentado brasileiro. “O que é mais chocante é saber do juramento da presidente Dilma acerca do direito do trabalhador, que, logo após a eleição, enviou para esta Casa um pacote de maldades e quebrou a sua palavra de maneira ostensiva. A vaca tossiu como quem está com tuberculose. De uma tacada só, o Governo do PT aumentou juros e impostos, tirou direito do trabalhador, ressuscitou a inflação e transformou o Brasil num palco de crises sucessivas: econômica, moral, ética, hídrica, energética, política e institucional”, afirmou.No pronunciamento, o líder encaminhou não à votação da MP 664 e ressaltou os pontos desfavoráveis da proposta. “Antes, não havia tempo mínimo para o período de carência da pensão por morte. Agora a exigência é de 18 meses contribuição ao INSS e de dois anos de casamento ou união estável para o cônjuge receber o benefício”, pontuou. Arthur Maia criticou ainda a alteração na idade do beneficiário da pensão. “A pensão sempre foi vitalícia, independentemente da idade do beneficiário. Agora a pensão é vitalícia somente para pessoas acima de 44 anos de idade. O tempo de duração do benefício para o menor de 21 anos também mudou. Passa a ser de três anos. Uma mulher recém-casada com um policial morto no combate ao crime não terá mais direito à pensão por conta da perversidade deste governo que está aí. Esta é uma ação criminosa contra o trabalhador brasileiro”, indignou-se. Para ele, o valor calculado com base em 80% do salário de contribuição para o auxílio-doença é “outra perversidade contra o trabalhador”.(politicalivre.com.br)
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