CUNHA ABRE SESSÃO PARA ANALISAR RITO DE IMPEACHMENT

PARA QUE SEJA INSTAURADO O IMPEACHMENT SÃO NECESSÁRIOS OS VOTOS FAVORÁVEIS DE 342 FOTO: GUSTAVO LIMA/ CÂMARA DOS DEPUTADOS
Com quórum, em plena sexta-feira (18) a sessão no plenário da Câmara dos Deputados já analisa o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eduardo Cunha e aliados querem acelerar o rito e para isso, querem realizar sessões diariamente.
Agora a presidente tem o prazo de 10 sessões no plenário da Casa para se defender. Depois que receber a defesa de Dilma, a comissão, tem o prazo de cinco sessões para decidir sobre a continuidade, ou não do impeachment.
Os deputados expõem suas ideias no plenário, a primeira parlamentar a falar foi Erika Kokay (PT) que saiu em defesa do ex-presidente Lula e atacou o senador Aécio Neves (PSDB), “tem medo das urnas e de furnas”. O peemedebista Rogério Peninha Mendonça criticou a versão do governo sobre o incidente do termo de posse de Lula para chefe da Casa Civil.
Para que seja instaurado o impeachment são necessários os votos favoráveis de 342 deputados. Depois o Senado Federal pode acatar ou não a decisão da Câmara, se for acatado o processo, a presidente deve ser afastada por 180 dias, durante a análise do mérito das acusações no pedido de impeachment.
Sessão está sendo transmitida ao vivo pela TV Câmara.
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