Desarticulada, base de Rui Costa cobra coordenação política centralizada

No próximo dia 20 de julho será aberto o período de convenções partidárias para confirmação das candidaturas a prefeito e vereadores em outubro. Tratada como uma “eleição laboratorial” esta será a primeira após a atabalhoada minirreforma eleitoral promovida pelo Congresso Nacional.
O ano também é atípico por causa das discussões em torno do impedimento da presidente Dilma Rousseff (PT) e da operação Lava Jato, que empurra para “as cordas do ringue” caciques e partidos políticos a cada dia. Ninguém, afirmam as fontes ouvidas pela reportagem do Bocão News, conseguiu se organizar plenamente diante deste cenário.
Trazendo este contexto para a realidade baiana é fato que as principais lideranças políticas aglutinas na base do governador Rui Costa estão “batendo cabeça” e cobrando uma postura mais centralizadora na coordenação do projeto do próprio gestor petista.
Acostumados com os anos anteriores quando uma mesa de negociação permanente discutiu, não necessariamente resolveu, mas debateu a conjuntura e candidaturas nas principais áreas, os caciques estão inquietos com a condução.
À imprensa Rui Costa (PT) deixou claro que não vai entrar neste “jogo”. Foram levantados três pontos por prepostos do governador sobre como ele está atuando neste período pré-eleitoral.
“O governador conversa com todos os partidos da base ou não; o governador dá autonomia para que os partidos e atores municipais definam seus e; o governador não vai ficar refém de ninguém”, enumerou uma das pessoas ouvidas pela redação do Bocão News que completou: “as principais lideranças estão conversando pari passu com o governador”. Rui Costa não vai pegar na mão para apoiar em troca de dividendos.
Bocão News.
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