Cai avião do time Chapecoense na Colombia; Foram 71 pessoas mortas

Avião que transportava a delegação da Chapecoense (Foto: Luis Benavides/AP)

As autoridades colombianas confirmaram a morte de 76 pessoas no acidente aéreo com a delegação da Chapecoense na madrugada desta terça-feira (29), na cidade de La Unión, próximo a Medellín, na Colômbia. Ainda não há confirmação oficial do nome das vítimas. Cinco pessoas foram resgatadas com vida do acidente, sendo três jogadores da Chapecoense: o lateral esquerdo Alan Ruschel, o goleiro Follmann e o zagueiro Neto. O jornalista Rafael Henzel e a comissária de bordo Ximena Suarez completam a lista de sobreviventes. As informações são de hospitais da região e de familiares dos jogadores. Já o goleiro Danilo, herói da classificação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana, foi retirado vivo dos destroços, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Apenas cinco pessoas sobreviveram ao acidente aéreo (Foto:Divulgação).


Inicialmente o general José Acevedo Ossa, membro da polícia local e responsável pelo resgate, e o prefeito de Medellín, Federico Guitiérrez Zuluaga, divulgaram que cinco pessoas haviam sido encontradas vivas. Posteriormente, porém, o corpo de bombeiros divulgou o resgate do zagueiro Neto. "Milagres existem. Temos que tirar todos da aeronave. Encontramos mais uma pessoa viva na aeronave", disse um dos bombeiros envolvidos, sobre o resgate de Neto. "Estamos trabalhando também para resgatar os corpos dos mortos e entregar às suas famílias. Conseguimos resgatar cinco pessoas com vida. Quando amanhecer, vamos retirar os corpos e iniciar o processo para enviar ao país de origem das pessoas. O procedimento do resgate de corpos estará a cargo da polícia", disse Ossa.

Aeronave tinha 17 anos de uso.


"Socorristas trazem a informação deste lugar de muito difícil acesso. Estou fazendo a coordenação dos transladados dos corpos e chamando a polícia legal. São quase cinco da manhã. Vamos trabalhar toda a noite. Expressamos nossa solidariedade às famílias, estamos de luto. Algumas vítimas têm diferentes nacionalidades. Prestamos solidariedade total. Lamento muito, estamos solidários. É muito duro. Não cabe tanta gente que está querendo trabalhar nos resgastes. Não cabe mais ambulância, mais carros. Temos que valorizar o trabalho de toda essa gente", disse Zuluaga.
Compartilhe no Google Plus

0 comentários:

Postar um comentário