Anunciado como Secretário de Finanças é aliado de Geddel no Iphan e Patrimônio da União


Geddel Vieria Lima deixou a Secretaria do Governo, mas continua com aliados em órgãos estratégicos relacionados ao Patrimônio. Apadrinhado pelo Deputado, o chefe da Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Alexsandro Freitas Silva, é filiado ao PMDB, tesoureiro do partido na Bahia e foi anunciado que seria Secretário de Finanças/Administração de Ibirataia indicado pela Prefeita eleita Ana Cleia (PSD).  

O ex-ministro deixou o cargo no Governo Temer, em meio à polêmica das obras do empreendimento de alto padrão La Vue Ladeira da Barra, em Salvador, onde também é proprietário de um apartamento no prédio, que violava normas de tombamento da região..
A função de Sandro Futuca é chefiar o órgão (SPU) responsável por administrar os imóveis e terrenos que pertencem à União incluindo os da faixa litorânea.


Homem forte de Geddel na Secretaria de Governo é exonerado após Operação da Polícia Federal
Homem forte de Geddel na Secretaria de Governo é exonerado após Operação Vigilante
Foto: Reprodução / Brasil 247

O assessor de Geddel é ligado à empresa Serbem Serviços e Locações, que presta serviço de transporte escolar em Malhada de Pedras, município a cerca de 560 quilômetros de Salvador.
Apontado como segundo homem forte do ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Leonardo Américo Silveira de Oliveira foi exonerado "a pedido" do próprio. 

Segundo nota do Ministério da Transparência, durante as investigações, foram identificadas fraudes em licitação, com direcionamento, para contratação de empresa vinculada a gestores municipais; superfaturamento mediante adulteração de quilometragem de linhas percorridas; e cobrança pela prestação de serviço de transporte, em dias sem atividade escolar. Em alguns casos, a quilometragem cobrada era mais do que o dobro da distância real percorrida.

A Operação Vigilante investiga um esquema de desvios de recursos destinados ao transporte escolar na Bahia. O prejuízo estimado ao Erário é de, pelo menos, R$ 3 milhões.

Participam da ação cerca de 90 pessoas, entre policiais e auditores da CGU. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, oito conduções coercitivas, três medidas cautelares e 15 mandados de busca e apreensão, nos municípios baianos de Malhada de Pedras, Salvador, Alagoinhas, Itagibá e São José do Jacuípe.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de responsabilidade, fraudes em licitação, organização criminosa, além de atos de improbidade. O nome da Operação faz referência a dois aspectos: primeiro, deriva do nome da empresa utilizada pela organização criminosa, que em tupi, significa vigilante; segundo, uma alusão a órgãos de controle, que estão vigilantes quanto aos desvios de recursos públicos.

(Matéria corrigida às 23:23h - 11/01/2017)
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