Exame constata que Dona Marisa não tem atividade cerebral

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A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, de 66 anos, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve morte cerebral nesta quinta-feira (02/02), devido a complicações causadas por um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Dona Marisa estava internada desde a última terça-feira (24/02) na UTI do hospital Sírio Libanês após sofrer o AVC hemorrágico em sua casa, em São Bernardo do Campo (SP). 

Na página oficial de Lula no Facebook, a família afirmou que autorizou a doação de órgãos. "A família Lula da Silva agradece todas as manifestações de carinho e solidariedade recebidas nesses últimos 10 dias pela recuperação da ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia Lula da Silva. A família autorizou os procedimentos preparativos para a doação dos órgãos", escreveu. Boletim médico divulgado pelo Sírio Libanês afirmou que um exame realizado confirmou a ausência de fluxo cerebral. 

Na última terça-feira (02/02), os médicos que acompanham Dona Marisa haviam retirado os sedativos que a mantinham em coma induzido desde o dia 24/01. O estado de saúde dela, porém, piorou a partir das 16h desta quarta-feira, levando a equipe do hospital a retomar a aplicação dos remédios. À noite, porém, o cardiologista Roberto Kalil Filho informou que o quadro clínico da ex-primeira dama era "irreversível". Dona Marisa já não apresentava mais fluxo cerebral, estava sedada e respira com ajuda de aparelhos. 

Segundo o cardiologista, três motivos levaram à piora do estado de saúde da ex-primeira-dama. A inflamação e o edema causados pelo AVC não regrediram, a pressão intracraniana aumentou e houve vasoespasmos (contrações de vasos sanguíneos) no cérebro.

PRESIDENTE ELEITO LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA E SUA MULHER, MARISA LETÍCIA, DIANTE DO PALÁCIO DA ALVORADA, EM BRASÍLIA, EM 2007 (FOTO: RICARDO STUCKERT/AGÊNCIA BRASIL)

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