SindSaúde acusa Diretor da Maternidade


Após funcionários pararem as atividades por falta de salários, o SindSaúde acusa o atual Diretor da Fundação Aurelina Virgilia Fair, Sr. Jerson Oliveira de faltar com a transparência e diálogo dificultando o acordo entre as partes. (CLIQUE PARA VER)
Os funcionários de nível médio da referida instituição, tem dificultado o acordo entre as partes. A proposta da Maternidade foi defendida pelo único membro de sua Diretoria presente na reunião, Sr. Nelson Novais Silva Júnior (Tesoureiro), o qual defendeu o pagamento de apenas um mês e meio dos salários em atraso, sem previsão para pagamento do restante. A proposta não foi aceita pelos servidores que resolveram manter a greve. “Hoje o funcionário da Maternidade não tem crédito para comprar um quilo de açúcar sequer [...], nossa situação financeira é emergente, não vamos abrir mão de nossos salários”. Disse Marília Babosa, funcionária da Maternidade.



Ontem (09), os funcionários se reuniram na Câmara Municipal de Vereadores, com representantes do SindSaúde, Secretário Municipal de Saúde, Direção e Funcionários da Fundação Hospitalar Aurelina Virgilia Fair. Na pauta, reivindicavam o pagamento de três meses e meio de salários atrasados pela Fundação que alega não ter recurso para regularizar a folha salarial, mesmo após o pagamento da competência feito pela Secretaria Municipal de Saúde referente ao mês de dezembro de 2016.

Para o delegado regional do SindSaúde e atual Presidente da Câmara Municipal de Vereadores Marco Pina, a situação financeira da instituição tem provocado um verdadeiro caos para os clientes que dependem de assistência médica, pois além da greve instaurada pelos profissionais de nível médio, já faz quinze dias que os médicos não atendem aos pacientes que dependem dos serviços oferecidos pela maternidade. A baixa produtividade provocada pela falta de atendimento médico clínico geral, obstetrícia, pediatria, cirurgias, internamentos entre outros, tem impossibilitado a geração de receita inviabilizando o funcionamento da instituição e o pagamento dos seus funcionários.

O Secretário Municipal de Saúde, disse estar aguardando o repasse do Governo Federal para pagar a competência de Janeiro e que está sensível aos problemas vividos pela entidade mesmo ela não sendo um órgão municipalizado. 
A crise financeira da Maternidade se agrava a cada dia, a falta de gestão tem colocado em risco a existência da instituição. Funcionários relatam que a maternidade sobrevive hoje só com internamentos de pacientes e que as despesas superam a receita, assim sendo, a Fundação Aurelina Virgília Fair corre grande risco de fechar permanentemente suas portas. 
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