Sérgio Moro nega pedido de defesa de Eduardo Cunha para liberdade do ex-deputado

(Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, negou o pedido da defesa do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PDMB-RJ) de revogação da prisão preventiva – que é por tempo indeterminado – do cliente. O deputado cassado responde a um processo oriundo da Operação Lava Jato, na Justiça Federal do Paraná.

A decisão de Sérgio Moro é desta sexta-feira (10). Na quarta (8), o Ministério Público Federal (MPF) havia se manifestado contrário ao pedido de revogação da prisão do deputado cassado. Pedido de revogação: Os advogados de Eduardo Cunha pediram, na terça-feira (7), depois do ex-presidente da Câmara ser interrogado pela primeira vez por Sérgio Moro, pela liberdade do cliente. Na audiência, o ex-presidente da Câmara disse ter um aneurisma cerebral.

A defesa argumentou que a instrução do processo já terminou e que, portanto, não haveria mais riscos à investigação. 'Liberdade representa sério risco': Para o MPF, "ao contrário do que alegado pela defesa no pedido de liberdade, as investigações em face de Eduardo Cunha estão longe de acabar. Pela magnitude, habitualidade e gravidade em concreto dos crimes cometidos pele requerente sua liberdade representa sério risco à instrução processusal dos crimes ainda não denunciados, à aplicação da lei penal e a garantia da ordem pública".
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