Após desistir de luta, baiana Amanda Nunes é punida pelo presidente do UFC


Amanda Nunes foi retirada do card do UFC 213 horas antes do evento ser realizado neste sábado (8), cenário que não apenas movimentou o noticiário do mundo das lutas como incomodou Dana White, presidente do UFC. Tanto que ele deu sua versão em entrevista após o final do card, dizendo que a lutadora não ganhará a premiação acertada para a realização do evento e não protagonizará lutas principais nas próximas edições. De acordo com Dana, a intenção da companhia é que a brasileira enfrente Valentina Shevchenko no UFC 215, dia 9 de setembro, em Edmonton, no Canadá. Porém, uma coisa é certa: ela não será a luta principal. "Não podemos fazer ninguém lutar. Ela disse que não se sentia bem, que não estava bem. Acho que é 90% mental e 10% físico, talvez", pontuou. Dana revelou que não existe caso parecido na história do UFC que possa ser comparado com o que se passou com a brasileira. Amanda Nunes rompeu o silêncio no início de domingo (9). “Desculpem-me meus fãs de verdade. A luta será remarcada e eu estarei de volta e 100%”, escreveu no Twitter. A internação de Amanda aconteceu na manhã deste sábado. O motivo, porém, não foi informado. Durante o evento, em entrevista ao “Combate”, Conan Silveira, um dos técnicos de Amanda, afirmou que a brasileira sofria com sinusite e dor de garganta e que a equipe decidiu que o melhor era que ela não lutasse. *Portal UOL
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