Aliado da prefeita Ana Cléia é preso pela Polícia Federal por corrupção

Foto: Reprodução

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, padrinho político da Prefeita Ana Cléia (PSD), foi preso nesta segunda (3) pela Polícia Federal. A prisão ocorreu na Bahia e é preventiva, ou seja, sem tempo determinado de duração. A Polícia Federal deflagrou em janeiro a operação Cui Bono que mirava Geddel e sua gestão na vice-presidência de pessoa jurídica na Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013. A PF suspeita de esquema de fraudes na liberação de créditos no período. Os investigadores suspeitam que o grupo tenha praticado crimes de corrupção, quadrilha e lavagem de dinheiro.

Em tempo, no município de Ibirataia se tornou uma crescente nos últimos meses, a participação de coligados que já foram ou ainda são investigados em esquemas fraudulentos no grupo político da prefeita. 

Além do ex-prefeito Jorge Abdon Fair (DEM), que responde inúmeros processos judiciais acusado de corrupção, o grupo conta ainda com os seguintes colaboradores:

Júlio Leal (Ex -prefeito e esposo da prefeita)
Responde a aproximadamente 17 processos no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) cujas condenações ultrapassam, em valores atualizados, R$ 1 milhão de reais, mais precisamente R$ 1.156.500,00. O TCM condenou Júlio por diversas irregularidades quando geriu o município de Ibirataia entre os anos de 2001 e 2004 por desvios de verbas.

Maria Emília Brito Costa Silva
Foi secretária de Educação à época de 2006/2007, gestão Jorge Fair, teve os bens bloqueados ajuizado por ação de improbidade administrativa. O TCM identificou que ela e mais quatro utilizaram-se de diversos mecanismos ilícitos a fim de possibilitar a saída irregular de recursos, tais como a simulação de pagamentos a professores e empresas, mediante a interposição de recibos e notas fiscais falsas, o que possibilitava o desvio dos recursos do Fundeb em benefício do prefeito e de terceiros.

Cidy Cley Câncio e Lima  
Teve seus bens bloqueados também na Gestão Jorge Fair, por ato de Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público Federal em sua passagem como Secretário de Saúde. A CGU encontrou irregularidades na aplicação dos recursos federais oriundos do Piso da Atenção Básica (PAB) referente aos anos de 2007 e 2008. Dentre as irregularidades, apontou conluio entre empresas distribuidoras de medicamentos, fraude e simulação nas cartas convites, e aplicação indevida e desvio de finalidade dos recursos do PAB.


Ibirataia Notícias
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