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| Foto: Reprodução |
Recentemente, o IGN Brasil publicou um artigo que abordou a limitação das inteligências artificiais em escrever como seres humanos. Porém, no campo da arte visual, foi desenvolvido um programa que impede sistemas generativos de criar imagens. Apesar disso, a tecnologia conseguiu reproduzir com sucesso um aspecto crucial da inteligência humana: a generalização compositiva. Essa capacidade de aprender o significado de uma palavra e aplicá-la a diferentes conceitos linguísticos é uma característica comum dos humanos.
Pesquisadores da Universidade de Nova Iorque e da Universidade Pompeu Fabra desenvolveram uma técnica chamada "Meta-aprendizado para composicionalidade" (MLC) que permite que sistemas semelhantes ao ChatGPT realizem generalizações compositivas. Testes práticos mostraram que a inteligência artificial não só pode igualar, mas até mesmo superar os seres humanos nessa habilidade cognitiva, ampliando seu alcance linguístico e prometendo avanços significativos na programação, permitindo sistemas a compreender e responder a comandos mais complexos.


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