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| Foto: Reprodução |
Um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou que o pagamento do décimo terceiro salário no final deste ano atingirá a marca de R$ 267,6 bilhões, registrando um aumento de 6,2% em relação ao ano anterior, descontada a inflação. A segunda parcela do benefício, que será injetada na economia, totalizará R$ 106,29 bilhões, com um valor médio de R$ 2.980, representando um avanço real comparado a 2022.
Após dois anos com foco predominante no pagamento de dívidas, os gastos no comércio liderarão as alocações, totalizando R$ 37,35 bilhões. A CNC destaca a mudança de padrão, indicando que apenas 34% dos recursos (R$ 35,97 bilhões) serão destinados à quitação ou abatimento de dívidas, refletindo a redução na taxa de juros ao consumidor e a melhoria do comprometimento médio da renda familiar.
O aumento do montante do décimo terceiro salário em relação ao ano passado é atribuído ao crescimento do emprego, com o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrando um aumento de 2,3%. O comércio varejista, especialmente hipermercados e supermercados, combustíveis, vestuário, calçados, farmácias e cosméticos, espera um significativo impulso nas vendas, historicamente observado durante o período de recebimento do benefício.


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