Foto: Reprodução


No ápice da trajetória do Dr. Christopher Kerr como médico, um momento marcante mudou seu rumo profissional. Em 1999, enquanto acompanhava a paciente Mary, de 70 anos, à beira da morte, testemunhou algo extraordinário. Mary, antes de partir, abraçava e beijava um bebê invisível aos olhos dos presentes, a quem chamava de "Danny". A revelação subsequente de que Danny era seu filho falecido décadas atrás intrigou Kerr, impulsionando-o a explorar as experiências de pacientes terminais.

Kerr, após 25 anos desde o episódio com Mary, emerge como uma figura de destaque na compreensão desses fenômenos. Suas pesquisas revelam que tais experiências não são alucinações, mas sim vivências reais e reconfortantes para os pacientes. Apesar da resistência de alguns médicos em reconhecê-las, Kerr continua sua missão de trazer evidências científicas e compreensão para esses eventos, impactando não apenas os pacientes, mas também suas famílias, e desafiando concepções tradicionais sobre a morte e o morrer.

Em entrevista exclusiva à BBC News Brasil, Kerr discute o significado dessas experiências e como elas oferecem esperança e sentido no fim da vida. Seu trabalho não apenas ilumina o mistério por trás desses eventos, mas também oferece consolo e compreensão para aqueles que enfrentam o último estágio da jornada humana, lançando uma nova luz sobre o significado da morte e transcendência.