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Investigado como líder de organização criminosa, Chucky lavava dinheiro com empresas de fachada

Chucky, apontado como chefão do tráfico no DF, movimentou cerca de R$ 150 milhões em dois anos, segundo a Polícia Civil, controlando ao menos 25 pontos de venda de drogas como cocaína, maconha e crack.

Entre janeiro de 2022 e outubro de 2024, ele teria recebido R$ 6 milhões em sua conta pessoal, valor incompatível com sua fachada de microempresário. A quadrilha é alvo da Operação Monopólio, que cumpre dezenas de mandados em regiões como Ceilândia, Estrutural, Paranoá e até em Aparecida de Goiânia (GO). A ação mira desarticular o esquema de tráfico e lavagem de dinheiro em larga escala.