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O ex-ministro da Cidadania do governo Jair Bolsonaro, João Roma (PL), classificou como “mais um absurdo” o novo indiciamento do ex-presidente e de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em entrevista neste domingo (24), ao BNEWS, ele afirmou que a medida comprova uma “perseguição política”.

Roma disse que a acusação “não segue procedimentos” e expõe a insegurança jurídica do país. Para ele, há seletividade no trabalho do Judiciário, que “manipula os direitos constitucionais a seu bel prazer”. O ex-candidato ao governo da Bahia considera a situação “lamentável”.

Sobre as eleições de 2026, Roma reforçou que sua primeira opção é Jair Bolsonaro, mesmo diante da inelegibilidade do ex-presidente. Ele destacou que seguirá as orientações do líder político em relação ao candidato da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).