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A frentista que denunciou um posto de combustíveis em Recife por exigir legging e cropped como uniforme relatou ter sofrido assédio moral para se adequar ao “padrão” imposto pela gestão, segundo o advogado do sindicato. Ela buscou ajuda jurídica “em desespero”, inicialmente por problemas no FGTS, e revelou pressão diária para usar o fardamento que considerava vulgar. O sindicato ingressou com pedido de rescisão indireta, alegando falta grave da empresa, e a funcionária está afastada desde outubro. Imagens anexadas ao processo mostram funcionárias com roupas apertadas, e outras relataram demissões por não terem o “corpo padrão”. A Justiça determinou que o posto pare de exigir o uniforme inadequado, sob pena de multa diária de R$ 500 por funcionária.