moradores de Ibirataia estão indignados com a falta de respeito e empatia de um morador da Rua Salgado Filho, no centro, que insiste em manter o som em volume alto e incomodo, perturbando toda a vizinhança — e até mesmo moradores de ruas próximas.
Segundo relatos, o barulho é constante e começa em horários variados, sem que haja qualquer consideração pelo descanso dos demais. “Não dá pra assistir televisão, descansar ou sequer conversar dentro de casa. É um absurdo!”, desabafa uma moradora que preferiu não se identificar, com medo de represálias.
O problema já vem se arrastando há semanas e, de acordo com os vizinhos, o som alto pode ser ouvido a quadras de distância. “Parece que estamos dentro de uma festa, mesmo com portas e janelas fechadas”, comenta outro morador, revoltado com a situação.
Além de causar incômodo e estresse, a prática fere diretamente a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), que em seu artigo 54 determina que é crime causar poluição sonora que possa resultar em danos à saúde humana. O infrator pode responder criminalmente, com multa e até pena de reclusão de 1 a 4 anos, dependendo da gravidade do caso.
Também existe a Lei do Silêncio, que proíbe sons acima dos limites permitidos — geralmente 50 decibéis no período noturno e 55 decibéis durante o dia, conforme as normas da ABNT (NBR 10.151 e 10.152).
Moradores pedem que as autoridades municipais e a Polícia Militar tomem providências urgentes, antes que o problema gere conflitos maiores. “Queremos paz! Ninguém é contra diversão, mas tudo tem limite”, reforça um dos afetados.
Enquanto isso, a comunidade segue sofrendo com a poluição sonora e com o desrespeito que vem tirando o sossego e o direito ao descanso de dezenas de famílias ibirataienses.4
Ibirataia Notícias


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