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| Foto: Reprodução |
A disputa judicial sobre o abate de jumentos nordestinos na Bahia ganha tensão com a proximidade do recesso do Judiciário, após o TRF1 restabelecer a autorização para a prática ao considerá-la “lícita e tecnicamente regulamentada”. Embargos ainda tramitam no próprio tribunal, e recursos podem chegar ao STJ e ao STF, mas todos os prazos serão suspensos entre 20 de dezembro e 20 de janeiro. Especialistas alertam para o risco de agravamento da crise, já que a população de jumentos caiu 94% entre 1996 e 2024, segundo FAO, IBGE e Agrostat. Cientistas decretaram estado de emergência da espécie, prevendo possível extinção até 2030 caso o abate continue. Organizações de proteção animal reforçam que não há base sanitária, econômica ou ambiental que sustente a atividade, considerada inviável e marcada por irregularidades.

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