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Em outubro, o comprometimento da renda das famílias brasileiras alcançou um recorde histórico de 29,4%, o maior nível desde o início da série histórica, em 2011, conforme dados do Banco Central (BC). Quando desconsiderado o financiamento imobiliário, o índice subiu para 27,2%, também batendo recorde. O aumento no comprometimento é reflexo da expansão do crédito nos últimos anos, somada aos juros elevados, que pesaram no orçamento familiar. Apesar disso, o ritmo de crescimento do crédito começa a desacelerar, com uma alta de 9,5% em novembro, a menor desde maio de 2024. A taxa de juros continua alta, com a Selic a 15% e a média de juros do sistema financeiro chegando a 31,9% ao ano.