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| Foto: Reprodução |
Produto divulgado para disfunção erétil é considerado irregular e pode representar risco à saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a apreensão e proibiu a venda do “Tadala Pro Max” em todo o Brasil após constatar que o produto não possui registro ou autorização sanitária, o que impede a comprovação de sua segurança, eficácia e qualidade. Segundo o órgão, o item vinha sendo comercializado como medicamento ou suplemento para disfunção erétil de forma irregular, contrariando a legislação vigente. A medida autoriza o recolhimento dos lotes e reforça a fiscalização sobre distribuidores e pontos de venda, com o objetivo de proteger a saúde da população.


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