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Especialistas explicam que aumentos mais elevados costumam atingir planos coletivos e podem variar conforme custos, faixa etária e regras contratuais.

Os reajustes dos planos de saúde podem chegar a 20% ao ano, especialmente nos contratos coletivos por adesão ou empresariais, que não possuem um teto definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Nesses casos, o percentual é estabelecido pelas operadoras com base em fatores como custos assistenciais, sinistralidade e condições contratuais, enquanto os planos individuais e familiares seguem limites autorizados pela ANS.