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| Foto: Reprodução |
Relatório do JPMorgan aponta que cenário político pode influenciar os ativos brasileiros, embora o real apresente maior resistência às incertezas eleitorais.
Com o início da fase mais intensa da campanha eleitoral, o mercado financeiro acompanha de perto a evolução das pesquisas e o desempenho dos candidatos, diante dos possíveis reflexos sobre o câmbio e os juros. Segundo relatório do JPMorgan, o presidente Lula (PT) mantém vantagem média de cerca de 3,5 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro em simulações de segundo turno. O banco avalia que o resultado da eleição será determinante para o comportamento dos ativos locais nos próximos meses. Apesar do aumento das incertezas políticas, o real tem demonstrado maior resistência ao ambiente eleitoral, impulsionado pelo interesse de investidores em operações de carry trade favorecidas pelos elevados juros brasileiros.


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