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| Foto: Reprodução |
Levantamento aponta crescimento nos pedidos de recuperação judicial em 2026 e revela que o setor enfrenta uma das maiores taxas de empresas que encerram as atividades.
A notícia sobre o pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3), divulgada na segunda-feira (17), voltou a chamar a atenção para a situação financeira do varejo brasileiro. Segundo o Monitor RGF-BIZDOC, elaborado com dados da Receita Federal, o país contabilizou 986 empresas em recuperação judicial até o fim do primeiro semestre de 2026, alta de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento também registrou 686 empresas falidas, o equivalente a 0,7 falência para cada empresa em recuperação judicial, a maior proporção entre os grandes setores da economia, indicando que parte das dificuldades financeiras tem resultado diretamente no encerramento das atividades empresariais.


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