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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24), de um pedido apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a execução da pena de 27 anos e três meses de prisão. A solicitação havia sido protocolada horas antes pelo escritório Ávila de Bessa, no âmbito de uma revisão criminal relatada pelo ministro Nunes Marques.

Após a desistência, o advogado Marcelo Bessa deixou a equipe que atua na defesa de Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. Segundo nota divulgada pelo escritório, a decisão ocorreu após uma reavaliação da estratégia jurídica, e o caso passará a ser conduzido pelos advogados que participaram da defesa durante a ação penal.

O pedido de suspensão questionava, entre outros pontos, a competência da Primeira Turma do STF para julgar Bolsonaro e alegava dificuldades relacionadas ao acesso às provas do processo. A revisão criminal continuará tramitando no Supremo, enquanto a defesa retirou especificamente o pedido de suspensão imediata da execução da pena.