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A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, composta por 132 deputados e 14 senadores, emitiu uma nota de repúdio à decisão da Receita Federal de encerrar a isenção fiscal para pastores evangélicos. Os parlamentares afirmam ver com "grande estranheza" a revogação da norma, em vigor desde 2022, que concedia isenção tributária nos salários de líderes religiosos.


No comunicado, os congressistas destacam "ataques explícitos" ao segmento cristão, considerado uma parte significativa da sociedade brasileira, e afirmam que tais ações afastam cada vez mais a população cristã do governo. O deputado Eli Borges, coordenador da Frente Evangélica da Câmara, denuncia a 'igrejofobia', 'bibliofobia' e agora a 'sacerdotiofobia' neste governo, classificando a visão equivocada do governo diante da importância dos líderes religiosos como lamentável. O Palácio do Planalto, ao ser questionado sobre as críticas, esclareceu que a decisão é de responsabilidade do Ministério da Fazenda, acatando determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).