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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, revelou nesta quinta-feira (20) que vai pedir ao Congresso de seu país que liberem US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,5 bilhões na cotação atual) para o Fundo Amazônia. O valor é dez vezes mais que o inicialmente planejado pelo governo americano em fevereiro, quando os Estados Unidos anunciaram intenção de aderir ao Fundo Amazônia - do qual já fazem parte a Noruega e a Alemanha. Os recursos devem financiar ações de combate ao desmatamento.


O anúncio ocorreu durante um fórum virtual sobre clima e energia realizado pelos Estados Unidos com líderes mundiais, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na oportunidade, Biden também solicitou que as "divisões geopolíticas" não interferissem na atuação dos países no combate ao aquecimento global.


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"As divisões geopolíticas não devem torpedear a luta climática mundial (para diminuir a temperatura) em 1,5 grau. Propus ao G20 um Pacto de Solidariedade Climática, no qual os grandes emissores fazem esforços extras para reduzir as emissões e os países mais ricos apoiam as economias emergentes para conseguir isso", disse Biden.


A declaração do presidente norte-americano acontece após uma semana de desgaste na diplomacia entre Brasil e EUA, que tiveram início com a visita de Lula à China. Na viagem ao país asiático, o petista afirmou que os EUA e a Europa são responsáveis pelo prolongamento da guerra entre Ucrânia e Rússia.//BNews