Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e do Boston Children’s Hospital desenvolveram um mini pâncreas biológico experimental que pode representar uma nova alternativa para o tratamento do diabetes tipo 1. O implante é formado por células vivas capazes de identificar os níveis de glicose no organismo e liberar insulina automaticamente, utilizando uma cápsula de proteção e um sistema de oxigenação para manter o funcionamento das células. Em testes realizados com animais, a tecnologia conseguiu controlar a glicemia por aproximadamente 90 dias sem a necessidade de aplicações diárias de insulina. O dispositivo ainda está em fase experimental e precisa passar por estudos clínicos em humanos antes de uma possível aplicação no tratamento de pacientes.





