Foto: DivulgaçãoOs brasileiros mais pobres (classes D e E) continuarão a ser mais da metade da população até 2024 e a retomada da economia tende a favorecer inicialmente as classes sociais mais altas (A), aponta estudo da Tendências Consultoria.
A projeção aponta que 50,7% dos domicílios do país terminarão o ano nas classes D e E (cuja renda mensal domiciliar é de até R$ 2,9 mil), uma leve melhora em relação aos 51,3% de 2021, e apenas 2,8% serão da classe A (acima de R$ 22 mil).
O levantamento aponta também que o número de domicílios das classes D e E não deve diminuir no curto e médio prazo: “A mobilidade social no Brasil deve ser bastante reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade de renda”.
Com isso, os mais pobres só deixarão de representar mais da metade dos domicílios brasileiros em 2024 (49,5%) e só voltarão ao nível de 2014 (47%), o melhor da série histórica iniciada em 1999, em 2028 (47,1%). Os dados são da pesquisa Classes de Renda e Consumo no Brasil (2022 a 2032). Fonte: InfoMoney




