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O Complexo Manacá, um ambicioso projeto de energia híbrida (eólica e solar) no Norte da Bahia, deu um passo significativo em direção à sua fase de implantação. O empreendimento, considerado o maior do tipo no Brasil, recebeu a licença ambiental do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema). A licença prévia foi publicada no Diário Oficial do Estado, marcando um marco importante para o projeto.


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Localizado nos municípios de Campo Formoso, Jaguarari e Juazeiro, o Complexo Manacá, também chamado de "Gigante", ostenta uma capacidade instalada de 4,4 GW, com mais de 500 aerogeradores e 1,5 milhão de painéis fotovoltaicos. Esses recursos serão distribuídos em uma vasta área de mais de 50 mil hectares que a Quinto Energy tem contratada na região. Além da licença ambiental, o projeto eólico Manacá já recebeu a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).


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Rafael Cavalcanti, presidente da Quinto Energy, expressou sua empolgação com o projeto, destacando não apenas sua magnitude, mas também sua eficiência. Ele enfatizou que o Complexo Manacá não apenas posicionará o Brasil como protagonista na transição energética global, mas também trará uma transformação social significativa para a região do Norte da Bahia. Uma região historicamente afetada pela seca e desertificação, agora desempenhando um papel crucial na luta contra as mudanças climáticas, por meio deste projeto de energia limpa, renovável, sustentável e revolucionário.