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Cidades de pequeno e médio porte no interior da Bahia enfrentam uma crise financeira preocupante devido às oscilações nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Funcionários contratados sofrem com atrasos salariais, fornecedores não estão sendo pagos, demissões estão ocorrendo, e há incertezas em relação ao pagamento do 13º dos servidores. Preocupados com a situação, os prefeitos evitam ao máximo demissões para não comprometer serviços essenciais.


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Em Amargosa, a saída foi demitir cerca de 80 funcionários nos últimos dois meses para proteger áreas críticas, como saúde e educação, de acordo com o prefeito Júlio Pinheiro. Além disso, estão sendo implementadas medidas de redução de gastos internos, incluindo combustíveis, energia e diárias. Enquanto os funcionários concursados não foram afetados pelo atraso salarial, os contratados em Ribeira do Pombal enfrentam dificuldades, com cerca de 20% deles não recebendo seus salários conforme o previsto, devido à insuficiência dos repasses do FPM. A situação financeira das prefeituras gera preocupações para as eleições municipais do próximo ano.