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Libertado em 2020, depois de cumprir três anos em regime fechado, por ter sido preso em 2017 pela PF com mais de R$ 51 milhões de reais em dinheiro dentro de seu apartamento, o ex-ministro começou a ensaiar o seu retorno à política. Ano passado, ainda de maneira discreta, Geddel apoiou o candidato do PT ao governo local e esteve no palanque do presidente Lula.


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Em troca, ganhou o direito de indicar o secretário de Administração Penitenciária do estado e a promessa de retribuição do apoio do PT na eleição municipal do ano que vem. Mesmo sem cargo formal, ele continua como o mandachuva do MDB da Bahia. O ex-ministro opera para construir uma ampla aliança em torno do candidato do seu partido à prefeitura de Salvador — só que agora de maneira ostensiva, sem constrangimentos e colocando à prova o prestígio de outrora. LEIA MAIS