Foto: ReproduçãoEm 2022, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a Bahia enfrentava desafios significativos em termos de pobreza. Com uma população considerada pobre atingindo 50,5%, correspondendo a 1,8 milhão em extrema pobreza, a situação era alarmante. A capital, Salvador, destacou-se com a segunda maior proporção de extrema pobreza entre as capitais, registrando 9,9% ou 289 mil pessoas nessa condição.
LEIA MAIS: Duas pessoas morrem e uma fica ferida após carro bater em árvore às margens da BR-101No contexto nacional, a Bahia liderava em número absoluto de pessoas extremamente pobres, com 1,791 milhão, representando 11,9% da população estadual vivendo com menos de R$ 200 mensais. Além disso, o estado apresentava o terceiro maior índice (22,2%) de população em extrema pobreza sem benefícios de programas sociais governamentais, com mais da metade dos pobres (56,5%) não recebendo tais auxílios. Embora houvesse uma leve melhora em relação a 2021, a situação ressaltava desafios persistentes na redução da pobreza e na distribuição efetiva de assistência social na Bahia.







