O fim da escala 6×1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de folga, podem levar as prefeituras brasileiras a contratar cerca de 7.100 trabalhadores para manter o mesmo volume de atendimento à população, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A estimativa considera apenas servidores e trabalhadores contratados pelo regime da CLT e aponta que a mudança provocaria a perda de aproximadamente 285,9 mil horas semanais de trabalho, equivalente à jornada de 7.147 profissionais. As áreas mais impactadas seriam serviços gerais, saúde, educação e setor técnico-administrativo, que representam 92% do custo estimado. A CNM calcula que municípios pequenos poderiam ter gasto adicional médio de R$ 447 mil por ano, enquanto cidades de médio e grande porte teriam impactos maiores, chegando a R$ 28,8 milhões.




