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O julgamento de Daniel Alves encerrou sem decisão final após audiência com provas forenses e depoimentos. Médicos apontaram lesões consistentes com pressão contra superfície áspera, mas não conclusivas de agressão. A psicóloga da vítima corroborou estresse pós-traumático, enquanto promotoria contestou a aparência sóbria de Alves nas imagens da boate. A defesa da denunciante reforçou consistência no relato e pediu pena máxima, enquanto a defesa de Alves argumentou consentimento e apelou para absolvê-lo. A decisão final não foi proferida, sem prazo definido para sua apresentação, podendo recorrer ao Tribunal de Apelação.