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A Operação Tempus Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira, 8, revelou que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro monitoravam a agenda e os deslocamentos do ministro do STF Alexandre de Moraes. Documentos indicam a existência de um núcleo de inteligência que vigiava autoridades, incluindo Moraes, visando uma suposta tentativa de golpe de Estado. O codinome "professora" era usado para se referir ao ministro, e informações detalhadas sobre seus movimentos foram compartilhadas entre os envolvidos. O plano incluía a prisão de Moraes, com data definida e ação a cargo das Forças Especiais do Exército. Bolsonaro, por meio de seu advogado, afirmou cumprir as determinações legais, enquanto os envolvidos enfrentam consequências judiciais.