Foto: Reprodução


Em solenidade às 10h30min de segunda-feira, dia 24, no Teatro Municipal Candinha Doria, os ministros Rui Costa, chefe da Casa Civil da Presidência da República, e Waldez Góes, da Integração e Desenvolvimento Regional, assinam ordem de serviço para a construção de 696 casas e dois parques lineares em Itabuna. Eles chegam à cidade, acompanhados do governador Jerônimo Rodrigues e do secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.


LEIA MAIS: CMSM realiza Excursão com os alunos do 9° Ano Único no Sistema de Captação de Água de Ibirataia, da Embasa.


Também integram a comitiva, o vice-governador Geraldo Júnior, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes, senadores, deputados federais e estaduais baianos que serão recebidas pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD) em solenidade que marcará as famílias que há 56 anos viviam nas margens do Rio Cachoeira, nas comunidades da Bananeira, Nova Itabuna e Rua de Palha (Maria Matos) e veem o sonho da casa própria realizar-se.


LEIA MAIS: Ciclista morre atropelado por carro na BR-330, entre Ipiaú e Barra do Rocha


Além delas, outras 80 famílias à margem do rio, terão unidades habitacionais construídas pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), também em resposta aos danos causados pela histórica enchente do final de dezembro de 2021 na cidade.


Maior da história


Este é o maior investimento do Governo Federal em um município do Norte e Nordeste do país, depois de uma tragédia natural e dos 113 anos de história da cidade. “Para Itabuna, significa mais que atenção, zelo e concessão de dignidade para quem perdeu tudo e de uma hora para outra se viu obrigado a viver em casa de parentes, amigos ou sob aluguel social pago pela Prefeitura para seguir em frente, criar filhos e sobreviver”, disse o prefeito Augusto Castro.


Com os recursos de R$ 82.978.235,05 repassados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva serão construídos dois loteamentos urbanizados, com 696 unidades habitacionais e dois parques lineares, com extensão de seis quilômetros, pondo fim a aglomerados subnormais – ocupação irregular de terrenos de propriedade alheia – públicos ou privados – para fins de habitação em áreas urbanas – caracterizados por padrão urbanístico irregular e carência de serviços públicos.


O recurso chega por intermédio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e se destina à execução de ações de recuperação e mitigação das consequências da maior tragédia natural que a cidade enfrentou e que deixou famílias de zonas ribeirinhas e de áreas de risco desabrigadas. Pelo menos 900 famílias perderam suas casas ou serão demolidas pela Prefeitura, já que os danos alcançaram cerca de 40% da zona urbana. LEIA MAIS