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A morte do taxista Almir Pinto Bahia, de 46 anos, por infarto no Aeroporto de Salvador no último dia 25, acendeu o alerta sobre a pressão vivida pela categoria. Segundo a Associação Geral dos Taxistas (AGT), pelo menos 17 motoristas morreram na capital baiana desde julho, vítimas do mesmo problema de saúde. Almir foi encontrado morto dentro do carro após um longo período de trabalho. Ele atuava como permissionário, pagando R$ 100 diários pelo aluguel do veículo. O presidente da AGT, Denis Paim, relatou que muitos profissionais estão adoecendo devido ao estresse e às dificuldades enfrentadas no ofício.