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Durante coletiva neste domingo (10), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negou que haja uma política deliberada de fome contra palestinos, mas reconheceu a escassez de recursos em Gaza. Ele afirmou que a ajuda humanitária precisa ser corrigida e reforçada. Segundo Netanyahu, “não há fome deliberada” e a situação não foi resultado de uma política intencional. O líder israelense ressaltou que, se esse fosse o objetivo, “ninguém estaria vivo após 20 meses”. Ele também comparou a acusação a um ato de genocídio, que, segundo ele, levaria “apenas uma tarde” para ser executado.