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O horário de verão, uma vez amado e odiado, foi extinto em 2019 e parece improvável retornar este ano no Brasil. A medida, que vigorou por décadas, enfrentou críticas devido às preferências divergentes dos brasileiros. Embora muitos desfrutassem de tardes mais longas para atividades ao ar livre, outros reclamavam de manhãs escuras devido ao adiantamento de 1 hora nos relógios.


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No entanto, as razões técnicas agora apontam para a não adoção do horário de verão. O Ministério de Minas e Energia, juntamente com o ministro Alexandre Silveira, enfatizou que as boas condições de suprimento energético do país não exigem a medida. Os reservatórios das usinas hidrelétricas estão em seu melhor estado dos últimos anos, com níveis de Energia Armazenada (EAR) acima de 70% na maioria das regiões, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Além disso, o aumento na oferta de energia de fontes como usinas eólicas e solares contribui para a decisão de não reintroduzir o horário de verão.


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Com o consumo de energia mudando ao longo do dia e as lâmpadas mais eficientes, o horário de verão perdeu seu propósito original de economia de energia. Embora muitos ainda apreciem a ideia, a decisão de adotá-lo ou não agora parece ser mais uma questão de hábito do que de necessidade para o setor elétrico.