Foto: ReproduçãoCientistas da Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto, no Japão, fizeram estudos para comparar a capacidade de sobrevivência em superfícies do coronavírus original, primeiramente encontrado em Wuhan, na China no final de 2019, e as "variantes de preocupação" Alfa, Beta, Gama, Delta e Ômicron. Ainda não revisada por pares, a pesquisa apontou que a Ômicron é a mais resistente no ambiente externo, sobrevivendo até 21 horas sobre a pele e até oito dias em superfícies plásticas.
O estudo japonês não conseguiu concluir até qual momento o vírus tem capacidade de infectar pessoas enquanto sobrevive nas superfícies, mas pode explicar o porquê de a nova variante ter substituído rapidamente a Delta.
Foi testada a capacidade de sobrevivência em uma placa de poliestireno (plástico) e em pele humana (coletada pela autópsia forense). As amostras foram fornecidas pelo Instituto Nacional de Doenças Infecciosas de Tóquio. LEIA MAIS







