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Neste sábado (21), o Tribunal do Júri emitiu uma sentença condenatória de 40 anos de prisão para o técnico de informática Guilherme Raymo Longo pela morte do enteado, Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, quase uma década atrás. A mãe do garoto, a psicóloga Natália Ponte, foi absolvida pelo júri no mesmo dia.


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O crime chocante ocorreu em 2013, quando Joaquim foi encontrado morto no Rio Pardo, em Barretos, São Paulo. Longo foi acusado de administrar uma alta dose de insulina na criança, que tinha diabetes, e de descartar o corpo no córrego próximo à residência da família. O acusado foi condenado por homicídio qualificado e segue preso desde 2018.


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A mãe de Joaquim foi acusada de omissão por não impedir o convívio do filho com o padrasto, sabendo de seu histórico de uso de drogas e comportamento violento, mas foi inocentada. O julgamento durou seis dias, e o caso envolveu uma complexa trama familiar. Joaquim era filho de Natália e do ex-marido, Artur, com quem a relação se estreitou devido à doença do menino, causando ciúmes em Longo. O crime ocorreu após uma tentativa de fazer Joaquim dormir, envolvendo o uso excessivo de insulina e o descarte do corpo no córrego.