Foto: Reprodução


A sete meses das eleições, a segurança pessoal dos candidatos a presidente entrou no radar dos partidos. As campanhas de Jair Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB) já começaram a definir estratégias e a adotar medidas concretas para blindar os presidenciáveis de eventuais investidas violentas durante a corrida eleitoral de 2022.


Secretaria de Educação autoriza a concessão de mais 1.200 licenças prêmio na Bahia


Segundo o Globo, a maioria deles contará apenas com o aparato oferecido por suas próprias legendas até a homologação de suas candidaturas em convenção partidária. A partir daí, conforme determina a lei, a Polícia Federal passa a disponibilizar uma equipe durante a fase oficial de campanha, que ocorre entre agosto e outubro. O primeiro passo para isso já foi dado. A PF reuniu os núcleos de inteligência de todas as 27 superintendências do Brasil durante a última semana para coordenar a produção de relatórios que devem definir o trabalho da acompanhamento dos postulantes ao Palácio do Planalto neste ano. LEIA MAIS