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A China tem aumentado suas reservas de ouro de forma consistente nos últimos 16 meses, superando todos os outros bancos centrais do mundo no ano passado. Esse movimento, segundo o Conselho Mundial do Ouro, é uma resposta à preocupação com possíveis sanções envolvendo o dólar e um impulso para proteger suas reservas. Em 2023, o Banco Popular da China (PBC) comprou 225 toneladas métricas de ouro, representando quase um quarto das compras totais de todos os bancos centrais do planeta.


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A recente aquisição de 22 toneladas em janeiro e fevereiro deste ano reforça o compromisso da China em aumentar sua reserva de ouro, destacando a importância do metal precioso em um cenário geopolítico incerto. O aumento das reservas chinesas tem sido um dos fatores que impulsionaram o preço do ouro a alcançar um novo recorde histórico, atingindo US$ 2.300 a onça, devido ao aumento da demanda e ao interesse dos especuladores diante das questões geopolíticas e das expectativas de cortes nas taxas de juro nos Estados Unidos. Especialistas apontam que essa estratégia da China reflete uma busca por maior autonomia financeira e uma diversificação de suas reservas em meio à volatilidade dos mercados internacionais.