Foto: ReproduçãoProstitutas Brasileiras Recorrem à Troca de Nomes em Cartórios para Evitar Deportação
Diante das crescentes deportações de garotas de programa brasileiras na Europa, uma nova tática emerge: a troca de nome e sobrenome nos cartórios. Esta estratégia, adotada por prostitutas e redes de tráfico humano, permite driblar a imigração e manter o mercado do sexo aquecido internacionalmente. Com a burocracia mínima, cartórios possibilitam a alteração de nomes em menos de 48 horas por cerca de R$ 66, abrindo portas para uma "vida nova" perante as autoridades europeias menos rigorosas. Essa prática foi descoberta durante uma investigação sobre tráfico de mulheres entre o Distrito Federal e a Bélgica, revelando um cenário complexo e lucrativo para essas profissionais.







