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O registro de novas armas de fogo para defesa pessoal no Brasil caiu significativamente em 2023, com uma redução de quase 82% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Sistema Nacional de Armas (Sinarm). A Polícia Federal (PF) divulgou que foram cadastradas apenas 20.822 novas armas no ano passado, sendo o menor número desde 2004. As pistolas lideram, com 14.277 cadastros. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, destacou a queda, relacionando-a à diminuição de crimes violentos, ressaltando a importância de políticas de justiça social.


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A redução é atribuída a uma política mais restritiva do governo, incluindo decretos que limitam o número de armas em posse de civis e aumentam as alíquotas do IPI sobre armas e munições. A gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, Natália Pollachi, enfatizou que a mudança normativa e a sinalização do governo influenciaram na decisão das pessoas, elogiando a restrição, mas ressaltando a necessidade de melhorar a fiscalização e implementar um programa de recompra de armas.