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Nem foi e já voltou. Secretário de Controle e Transparência no Espírito Santo, Edmar Camata teve sua nomeação como diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) revogada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flavio Dino (PSB), após críticas por seu apoio à prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da Operação Lava Jato.


Ele perdeu o posto para Antônio Fernando Oliveira e quebrou o silêncio sobre toda a polêmica ao redor de seu nome. Segundo Flavio Dino, a mudança aconteceu por conta desses problemas e entendeu que "seria mais adequado proceder a substituição". LEIA MAIS