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Camila de Andrade Pires Marodim, que ficou conhecida como “trafigata de Curitiba”, voltou a ser presa nesta quinta-feira (10/2). Ela estava em regime domiciliar desde o final de 2021 e, após seguidas violações das regras de monitoramento eletrônico, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) pediu a prisão preventiva.


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O MP acusa Camila Marodim de violar a tornozeleira eletrônica, deixando o aparelho, por nove vezes, sem bateria, e também ultrapassou, seis vezes, os limites do perímetro monitorado. De acordo com a defesa da trafigata, essas violações foram uma " busca frenética" da acusada para se manter viva, levando em consideração o atentado que a mesma sofreu em janeiro deste ano, quando, chegando em casa, atiraram diversas vezes contra ela, que conseguiu fugir sem ferimentos. LEIA MAIS