Foto: ReproduçãoPor muitos anos, o vinho foi exaltado pela medicina. A bebida alcoólica era avaliada e recomendada pelos médicos, que diziam que fazia bem para o coração. Na avaliação de muitos profissionais, o vinho tinha uma espécie de efeito de limpeza, que impedia as células formadoras de coágulos sanguíneos de se agarrarem às paredes das artérias, reduzindo o risco de um bloqueio e, consequentemente, de um infarto.A visão, no entanto, não era unânime. Pesquisadores vinham apontando problemas com esse tipo de estudo desde a década de 1980, questionando se o álcool era responsável pelos benefícios. Algumas teorias eram levantadas, como a de que, por exemplo, quem bebia moderadamente era mais saudável por causa das boas condições financeiras - que levariam, consequentemente, a se cuidarem mais. LEIA MAIS







