Foto: ReproduçãoEngenheiros desenvolveram um microprocessador feito de semicondutores de celulose e circuitos à base de plantas. O chip se decompõe totalmente em três meses, ajudando a reduzir resíduos eletrônicos. Embora tenha menor velocidade que os de silício, seu desempenho é eficiente para sensores e dispositivos médicos. A inovação pode transformar a indústria tecnológica rumo à sustentabilidade. O avanço abre portas para eletrônicos mais ecológicos e responsáveis.






